Normalmente, o sistema imunológico protege o corpo. Na alopecia areata, por engano, ele passa a atacar a raiz dos fios de algumas regiões, e o cabelo daquela área cai — deixando uma falha redonda, sem inflamação visível.
A raiz não é destruída, o que explica por que, em muitos casos, o cabelo pode voltar a crescer. A evolução varia: pode ser uma falha única que se resolve, ou um quadro que vai e volta. Pode evoluir para múltiplas falhas ou até uma perda total de todo o cabelo, sobrancelhas, cílios e pelos do corpo.
Não se fala em cura, e sim em controle: em muitos casos o cabelo volta a crescer com o tratamento e o acompanhamento. Como a condição pode ir e voltar, o acompanhamento médico é o que orienta a conduta ao longo do tempo.
Não. É uma condição autoimune, sem qualquer transmissão de uma pessoa para outra.
Em boa parte dos casos, sim — a raiz costuma ser preservada. O médico avalia a extensão e a atividade do quadro para indicar o melhor caminho.
O estresse pode funcionar como gatilho em quem já tem predisposição, mas a origem da doença é imunológica, não “só emocional”.