O transplante capilar é uma cirurgia — e, como tal, segue as normas da Anvisa e da Vigilância Sanitária. Precisa ser feito, no mínimo, em um centro cirúrgico adequado. Aqui temos um centro cirúrgico completo, nível 2 (conforme a RDC 50).
Toda cirurgia conta com médico anestesista durante todo o procedimento e uma equipe de enfermagem qualificada. Verifique sempre isso onde for operar — não é detalhe, é o que separa uma cirurgia segura de um risco desnecessário.
A extração dos fios é uma das etapas mais delicadas e decisivas do transplante — é ela que determina quantos fios sobrevivem e com que qualidade eles vão crescer. Na maioria das clínicas, essa parte fica nas mãos de técnicos. Aqui, quem faz é o próprio cirurgião, do começo ao fim — com o apoio dos melhores equipamentos.

Um dos equipamentos mais avançados do mundo para essa etapa. Ele permite retirar cada fio com muita precisão e o mínimo de dano — o que significa mais fios saudáveis para transplantar e, no fim, um resultado mais denso e natural. Além de ser mais delicado com o couro cabeludo.
A anestesia é conduzida no mesmo padrão de aparelho usado em centro cirúrgico de hospital. Na prática, é mais conforto e mais segurança durante toda a cirurgia: a dose é controlada com precisão, você é monitorado o tempo todo e o equipamento tem várias travas de segurança que seguem funcionando mesmo diante de imprevistos.
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Sim, quando é bem planejado. Um bom transplante não chama atenção — passa despercebido. Por isso desenhamos a nova linha do cabelo respeitando o seu rosto, a sua idade e o seu jeito, cuidando do ângulo e da direção de cada fio para o resultado combinar com você.
Os fios transplantados vêm da área doadora, uma região geneticamente mais resistente à queda — por isso tendem a se manter ao longo da vida. Cuidar do restante do cabelo, com o tratamento clínico, é o que mantém o conjunto bonito com o passar dos anos.
Sim, e faz parte do processo: nas primeiras semanas os fios transplantados costumam cair, e depois voltam a crescer aos poucos, de forma definitiva. O resultado vai aparecendo ao longo dos meses.
O crescimento é gradual: o resultado definitivo costuma aparecer por volta de um ano. Acompanhamos você em todo esse caminho.
Não. A cirurgia é feita com sedação e anestesia local: você dorme e não sente nada, totalmente monitorado do início ao fim.
Muitas vezes sim. O médico avalia se vale um tratamento antes (para estabilizar a queda, recuperar áreas que ainda se beneficiam do tratamento clínico e preparar a área doadora) e depois (para acelerar os resultados e manter a estabilidade dos fios que ainda eram naturais da região receptora). Cirurgia e tratamento clínico são complementares, não concorrentes.
É uma cirurgia e deve ser feita, no mínimo, em um centro cirúrgico adequado (conforme as normas da Anvisa e da Vigilância Sanitária), com médico anestesista e equipe de enfermagem qualificada. Sempre verifique isso antes de decidir.
Não. O transplante começa sempre por uma consulta médica presencial — é o médico que examina, define a indicação e monta o plano.
Em muitos casos, sim. Recebemos com frequência casos corretivos de transplantes feitos em outros lugares. O médico avalia o que é possível na consulta.